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quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Poderia roubar palavras?

E se eu roubasse o banco das palavras?
Talvez teria um grande arsenal de pensamentos em meu bornal de poeta.
Só que seria para sempre perseguido pelos vigias do saber...
Melhor não roubar nada, continuar com o que me cabe no pensar...
Afinal, não me falta nada com as posses que detenho!

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