Encontre

sexta-feira, 14 de novembro de 2025

Perspectivas

Pipoca queimada. Mas é pipoca.

E um gole de cerveja, sabor frutas vermelhas.

Não é necessariamente ruim ser adulto, na verdade é bastante libertador: a gente pode se permitir ser criança de vez em quando. 

E se divertir ouvindo "as novidades" da MPB.

Não que sejam realmente novas, talvez eu que não tenha ouvido tanta música recentemente.

quinta-feira, 13 de novembro de 2025

Tempo em boas companhias...

Um brinde à amizade e à partilha.

Trocamos o que tínhamos de melhor: nosso cuidado.

Alguns amigos nos entregam tanto, sem cobrar nada.

Algumas partilhas são tão intensas, que a gente nem se dá conta... e o tempo voa!


(Des)encontros ou reencontros?

Seu sorriso coloriu um pouco da minha noite: aberto, sincero e disposto.

Na troca de olhares veio a promessa de um grande "se".

O beijo quente me acendeu como um pisca natalino.

Tomamos um pouco de cerveja, partilhamos um pouco de sentimento.

Mas, nas rachaduras de duas almas rotas, estragamos tudo.

Dois perdidos, numa noite de promessas?

Muitas expectativas, mas talvez poucas entregas.

 

domingo, 9 de novembro de 2025

Uma doce e quente noite

Novas noites, novos olhares.

Novos (ou não tão novos assim) lugares.

Tremores, calores, beijos úmidos.

Carícias sinceras, que - como já disse Cazuza - assim como as mentiras sinceras, me interessam...

E, ainda na voz do eterno e vanguardista cantor, a verdade é que a burguesia fede.

Sim, enquanto houver burguesia... não haverá poesia.

Enquanto houver tantas regras, ritos e cerimônias, faltará inspirações poéticas.

Me sinto inteiro, porque apenas sou. E nem é bíblico ou profético, é um sentimento.

Só por hoje, vou dormir feliz. As próximas noites serão de outros dias, a cada uma o seu dilema.

O ronronar felino já está a plenos pulmões em meu antebraço. Vamos adentrar no universo dos sonhos e fantasias... 

Devaneios - é só mais um capítulo...

Onde estive? Onde estiveram meus pensamentos?
Estive em lugares tenebrosos, ainda que doces.
Meus pensamentos estiveram tentando entender a essência humana: perda de tempo, somos seres tão complexos e diversos, para que possamos ser compreendidos.
Podemos ser só amigos? Podemos ser mais que amigos?
Abraços, carícias e olhares... tudo não passa de devaneios de carência afetiva.
Nada mais seguro do que uma noite - não vivida - longe dos terrores e temores noturnos. 
Nos seus lábios haviam tantas promessas, mas sua boca decidiu deglutir cada uma delas e todas as mais que viu pela frente. 

Vazios, objetos fálicos e danos

Será que estamos buscando preencher aos nossos vazios existenciais?
Com que elementos? Seriam objetos fálicos, que alguns colocam na boca?
Seriam estes mesmos objetos, em canais que - poeticamente - talvez não devam ser nomeados?
A verdade é que preenchemos estes vazios, sem fim nesta tarefa.
Pode ser com comida. Pode ser com compras. Pode ser com os prazeres da carne.
Pode ser com o que for...
Mas não completa a sensação de vazio.
Se nos apegamos além da conta, será que deveríamos rever nossa boa fé?
Talvez, no fundo, a gente saiba: estamos mesmo todos quebrados.