A vida segue. O tempo passa.
Mas não tenho anel em meu dedo. Talvez nem queira.
Não tenho herdeiros. Já parece que cheguei na fase das plantas, há algum tempo estou na do gato.
Trabalho (e como). Sobrevivo (é sempre uma luta). Vivo (ou ao menos parece que estou).
Resisto (são tantos senões, tantas divergências e alguns ataques e violências). Tenho altos e baixos, sorrisos e choros (mas, confesso, talvez nem saiba viver sem eles).
Pago meus impostos, faço algumas dívidas (parece que a vida se tornou, então, pagar boletos...).
Tenho dúvidas, incertezas e vacilos. Mas não estou nos padrões.
Não tenho seguido nenhuma receita de bolo. Tento tentado equilibrar: estudos, trabalho, vida social (ou uma quase vida).
Estou chegando ao fim de mais um janeiro.
Sou adulto... mas parece que com alguns defeitos.